Eu me recuso a pensar qualquer coisa que gere em mim raiva, pensamentos ruins, vontade de revidar ou me vingar. Eu me recuso até mesmo a acreditar que a gente se desencontrou quando finalmente nos encontramos. Era muita coisa legal, era muito sonho bom, todos os ingredientes estavam ali: amor, tesão, respeito...
Eu não vou voltar para cá - creio que nunca mais.
E se era para ser assim, pelo menos eu sei que amei. Muito. Por inteiro.
« Le beau est toujours bizarre. Je ne veux pas dire qu'il soit volontairement, froidement bizarre, car dans ce cas il serait un monstre sorti des rails de la vie. Je dis qu'il contient toujours un peu de bizarrerie, de bizarrerie non voulue, inconsciente, et que c'est cette bizarrerie qui le fait être particulièrement le Beau. » (Charles Baudelaire)
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Me dê licença
Tenho um receio danado de voltar aqui.
Meu bloguinho se tornou uma espécie de quarto da criança morta.
Me perguntaram do paradeiro dele este final de semana e respondi que andava vivendo realidade demais para alimentar um blog. O indagador ignorou um tanto a resposta, como de praxe, mas falei a pura verdade.
Adoraria voltar, mas creio ter perdido em algum lugar a chave desse universo. Talvez devesse voltar e procurar, talvez continuar seguindo simplesmente em frente ...
Será este um post de despedida? ou será que estou tentando um recomeço?
Não sei.
Mas eu nunca sei muita coisa.
Meu bloguinho se tornou uma espécie de quarto da criança morta.
Me perguntaram do paradeiro dele este final de semana e respondi que andava vivendo realidade demais para alimentar um blog. O indagador ignorou um tanto a resposta, como de praxe, mas falei a pura verdade.
Adoraria voltar, mas creio ter perdido em algum lugar a chave desse universo. Talvez devesse voltar e procurar, talvez continuar seguindo simplesmente em frente ...
Será este um post de despedida? ou será que estou tentando um recomeço?
Não sei.
Mas eu nunca sei muita coisa.
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